Este blog foi criado para fazer parte do projeto Música na Escola.
Artigos, atividades, vídeos, material didático, sobre Educação Musical serão o foco.JBDuquia.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Post em 10/12/2012
JBDuquia
Achei no blog abaixo uma maneira divertida de aprender as notinhas e fazer sua musiquinha na internet.
http://www.poissonrouge.com/piano/
http://www.encyclopediainteractica.com/
Aqui a criança poderá interagir com o som dos animais ou dos instrumentos musicais.
http://www.poissonrouge.com/kidscorner/
http://www.encyclopediainteractica.com/
http://www.encyclopediainteractica.com/
JBDuquia
Achei no blog abaixo uma maneira divertida de aprender as notinhas e fazer sua musiquinha na internet.
http://www.poissonrouge.com/piano/
http://www.encyclopediainteractica.com/
Aqui a criança poderá interagir com o som dos animais ou dos instrumentos musicais.
http://www.poissonrouge.com/kidscorner/
http://www.encyclopediainteractica.com/
http://www.encyclopediainteractica.com/
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Música e Literatura
Post em 12/11/2012
JBDuquia
JBDuquia
Acrescente o poder da Música ao ensino da Literatura
O projeto MEL – sigla para Música e Literatura – ao propor a articulação das duas linguagens, ganha nova dimensão. Os discursos artísticos interagem entre si, proporcionando um resultado estético singular, em que ambas as linguagens se beneficiam.
Sabemos que a música é impactante – emociona e promove no ouvinte reações
viscerais, como o desejo de mover-se acompanhando o pulso da canção. Apesar de
suscitar reações imediatas, o discurso musical, por sua vez é abstrato. Recorremos a
sensibilidade e intuição para associar a música à situações de medo, surpresa, alegria,
tristeza, etc.
Já a literatura, ao fazer uso da palavra, nomeia e determina de forma mais objetiva
o assunto abordado.
A união da Música (discurso sonoro subjetivo) com a Literatura (discurso sonoro objetivo)resulta numa fusão única, que promove o gozo estético, quer pela brincadeira com a palavra (utilizada de forma lúdica, quando direcionada à criança), quer pelas nuances melódicas pertinentes ao discurso musical, capaz de arrebatar o ouvinte, tomando-o pela emoção.
Música e literatura na infância, sobretudo quando articuladas, forma e informa,
esclarece e emociona, lida com a compreensão e a sensibilidade, envolvendo a criança
num abraço harmonioso.
Sabemos que a música é impactante – emociona e promove no ouvinte reações
viscerais, como o desejo de mover-se acompanhando o pulso da canção. Apesar de
suscitar reações imediatas, o discurso musical, por sua vez é abstrato. Recorremos a
sensibilidade e intuição para associar a música à situações de medo, surpresa, alegria,
tristeza, etc.
Já a literatura, ao fazer uso da palavra, nomeia e determina de forma mais objetiva
o assunto abordado.
A união da Música (discurso sonoro subjetivo) com a Literatura (discurso sonoro objetivo)resulta numa fusão única, que promove o gozo estético, quer pela brincadeira com a palavra (utilizada de forma lúdica, quando direcionada à criança), quer pelas nuances melódicas pertinentes ao discurso musical, capaz de arrebatar o ouvinte, tomando-o pela emoção.
Música e literatura na infância, sobretudo quando articuladas, forma e informa,
esclarece e emociona, lida com a compreensão e a sensibilidade, envolvendo a criança
num abraço harmonioso.
Em nossos livros de Literatura você encontrará...
- Histórias contadas e cantadas de forma original.
- Excelente recurso disponível a pais e professores para incentivo da leitura e da música.
- Uso de versos rimados, melodias e riqueza de cores como instrumento motivador.
- Histórias folclóricas que resgatam textos e canções de nossa cultura.
- A música usada como instrumento musicalizador aproximando a criança da linguagem musical e literária.
- As partituras acompanham as canções.
- Fonte: http://www.elviradrummond.com.br
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Dedoches na Música.
JBDuquia
Post em 29/10/2012
Olha que graça que encontrei no link abaixo:
http://fazendomagica.blogspot.com.br/2012/06/simplesmente-educacao-infantil.html
São dedoches para trabalhar com a música Cinco Patinhos da Xuxa.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Jogos Didáticos.
JBDuquia
Postem 22/10/2012
Este é um jogo dois em um.De percepção musical e de teoria musical.
Utilizei material reciclável para sua confecção e da maleta para carregá-lo.
Postem 22/10/2012
Este é um jogo dois em um.De percepção musical e de teoria musical.
Utilizei material reciclável para sua confecção e da maleta para carregá-lo.
Material necessário para confecção do jogo:
14 potes de danoninho da mesma cor;
04 pedrinhas;
04 preguinhos pequenos;
01 pouco de arroz;
01 pouco de feijão;
04 tampinhas de refri;
e assim por diante até preencher 7 potes iguais;
01 cola quente;
- retalhos de E.V.A.
-caneta de retroprojetor preta.
Para a maleta:
01 pote de sorvete;
01 alça de madeira com parafuso;
01 cola pano acrilex;
- retalhos de tecido colorido para forrar o pote e enfeitar.
Modo de jogar 1
Para 4 jogadores.
Colocar todos os potinhos misturados, na maleta, ou em uma caixinha;
Tirar par ou ímpar para ver quem começa primeiro;
O primeiro jogador tira dois potinhos, e tenta identificar o som, se for diferente passa a vez para o próximo;
Ganha quem conseguir identificar o maior número de sons.
continuação
POST EM 5/11/2012
Criado e confeccionado por JBDuquia
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Os instrumentos Musicais.
Post em 17/09/2012
JBDuquia
No link abaixo você poderá brincar com o Xilofone, vamos lá?
Fonte: http://www.artesorrindo.com/infantil/xilofone.htm
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Fonte: http://janainahelenmusicalizacaoinfantil.blogspot.com.br/
JBDuquia
No link abaixo você poderá brincar com o Xilofone, vamos lá?
Fonte: http://www.artesorrindo.com/infantil/xilofone.htm
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Fonte: http://janainahelenmusicalizacaoinfantil.blogspot.com.br/
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Idéias e mais idéias.....
Post em 10/08/2012
JBDuquia
Material para usar usar em sala de aula
Luvas Musicais:
Estas luvas foram confeccionadas para trabalhar a músicas Os 5 patinhos.
Estas luvas para a música Tangolomango.
Esta com a música O sítio do seu Lobato.
Veja mais no endereço abaixo, e bom trabalho!
Fonte: http://oficinasdemusica.blogspot.com.br/search/label/Id%C3%A9ias%20para%20aula%20de%20m%C3%BAsica
JBDuquia
Material para usar usar em sala de aula
Luvas Musicais:
Estas luvas foram confeccionadas para trabalhar a músicas Os 5 patinhos.
Estas luvas para a música Tangolomango.
Esta com a música O sítio do seu Lobato.
Veja mais no endereço abaixo, e bom trabalho!
Fonte: http://oficinasdemusica.blogspot.com.br/search/label/Id%C3%A9ias%20para%20aula%20de%20m%C3%BAsica
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Atividades
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Post em 24/09/2012
JBDuquia
Atividades para trabalhar o rítmo.
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Post em 27/08/2012
JBDuquia
Post em 24/09/2012
JBDuquia
Atividades para trabalhar o rítmo.
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Post em 27/08/2012
JBDuquia
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Instrumentos Musicais.
INSTRUMENTOS MUSICAIS
Quem não gosta de uma boa música para balançar o corpo?!
Devemos agradecer aos instrumentos musicais, responsáveis por produzir diversos tipos de sons que combinados de forma harmônica, formam uma deliciosa música.
Vamos aprender aqui, um pouco mais sobre a classificação dos instrumentos musicais.
Classificação dos instrumentos
Existem várias formas de classificar os instrumentos, uma delas considera os materiais utilizados na construção: madeira, barro, couro e assim sucessivamente. É dessa forma que se classificam as orquestras ocidentais, com as famílias de sopro divididas em madeiras e metais. Muitas especialistas consideram que esta forma de classificação é falha, pois classifica como madeiras as flautas e saxofones metálicos e nestes instrumentos a origem do som é bem semelhante.
Por isso, em 1914, surgiu um sistema completo, embora complicado, conhecido como sistema Hornbostel-Sachs. Este sistema classifica as famílias de instrumentos segundo o elemento que vibra e produz o som. Vamos agora conhecer um pouco mais sobre alguns grupos:
· Cordas
· Sopro
· Teclas
Fonte: smartkids.com.br
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Dominó de Notas
Post em 16/07/2012
JBDuquia
Do Blog - A Arte Música Brincando
Atividades para 3º e 4º anos do ensino fundamental.
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JBDuquia
Do Blog - A Arte Música Brincando
Atividades para 3º e 4º anos do ensino fundamental.
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Método Kodály
Post em 18/06/2012
JBDuquia
O MÉTODO KODÁLY: ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA DA CRIANÇA
O método é organizado de acordo com a
faixa etária das crianças.
Nas crianças de 3 a 4 anos, as aulas são de 30
minutos, duas vezes por semana, com um trabalho totalmente lúdico e informal. A
repetição da música é importante, e as músicas selecionadas possuem o mínimo de
notas possível, e um ritmo simples para trabalhar a coordenação motora.
A audição precisa ser preservada, além de
aprender a ouvir, não somente escutar. Desta maneira, no início do aprendizado
deve-se usar músicas simples, tais como “A Canoa Virou”, “Se eu fosse um
peixinho”, e assim por diante.
Quanto à preocupação rítmica, deve-se recitar
ou cantar com palmas, conforme o exemplo:
LÉ COM LÉ – palma, palma, palma;
CRÉ COM CRÉ – estrala, estrala, estrala.
UM SAPATO – palma, palma, palma;
EM CADA PÉ. – palma, palma, pé.
Pode haver variações, dando passos para frente,
para trás, formando rodas, tudo o que se “combinar”.
Propor uma atividade para desenvolver o lado
rítmico associadas com as atividades sonoras (com palma, pé boca, beijo,
assobio) ou mudas (gestos, olhos, cabeça).
Depois de muito treino corporal, mostrar
cartazes associando os desenhos juntos, onde serão “ti-ti-ti” e o maior,
“ta”.
Com crianças de 5 a 6 anos, Marli D´Avila
propõe que as crianças entrem na sala de mãos dadas, marchando, formando uma
roda, ouvindo um texto rítmico, como por exemplo, “1,2, feijão com arroz”,
acompanhando a marcha com o canto. Uma outra atividade que pode ser usada é o
movimento da mão para cima e para baixo, indicando sons agudos e graves.
Na linha melódica ou desenho rítmico, todas as
silabas deve ser marcadas com palmas, pés, estalos, e assim por diante.
Na pulsação, a marcação imita o coração, pois a
pulsação é o coração da música. Para esta atividade, a educadora musical sugere
para o treino de batimentos cardíacos dentro de uma pulsação com palavras, como
por exemplo:
1 palma: pensa na palavra pé;
2 palmas: pensa na palavra perna;
3 palmas: pensa na palavra pérola;
4 palmas: pensa na palavra pernilongo.
Marchar marcando a pulsação e perceber quantas
palmas em cada batida de pé, repetir muitas vezes cada palavra, mantendo a
pulsação com os pés ou, ainda, há possibilidade de uma variação, onde a
professora bate as palmas e o aluno com o dedo mostra quantas foram em cada
passo.
Analisar ou comparar marcações rítmicas e
linhas melódicas é um dos requisitos mais fortes do método Kodály, pois ajudam a
desenvolver a capacidade para a aprendizagem e a memorização.
Nas crianças de 7 anos, os princípios do método
Kodály possuem as seguintes preocupações:
-solfejo relativo;
-escrita relativa;
-perguntas e respostas com notas;
-melodia transformada em ritmo;
-memória melódica e rítmica;
- manosolfa (uso das mãos para indicar as notas
musicais indicadas).
Desta maneira, a professora canta trechos de
músicas e os alunos repetem cantando as notas musicais (usando apenas as três
notas aprendidas.
Sugestões de atividades para vivenciar o
ritmo:
1) Duas rodas, onde a de fora marcha para um
lado e a de dentro marcha para o outro, cantando uma determinada música
proposta.
2) Novamente, intercalando marcha cantada e
marcha pensada.
3) Mais um vez, porém intercalando marcha
cantada e canto pensado no lugar.
4) Marchar cantando 1, 2, 3, 4, em voz alta e
esperando em silêncio, permanecendo no mesmo lugar, o mesmo tempo (1, 2, 3, 4
).
Treino da seqüência do nome das notas
musicais:
1)Falar uma nota em cada marcação:
dó-ré-mi-fá-sol.
2)Falar duas notas em cada marcação: do-ré;
mi-fá; sol-lá; si-do;
3) Falar três notas em cada marcação: do-ré-mi;
fa-sol-lá; si-do ré; mi-fá-sol;
4) Falar quatro notas em cada marcação:
do-ré-mi-fá, e assim por diante.
Com as crianças de 8 anos, introduz-se a nota
si e fá (semi-tons). Os alunos cantam, dançam, e depois dramatizam a escala
através de passos.
O ditado rítmico através do cânone – a
professora inicia uma célula rítmica, os alunos esperam a próxima para fazer a
primeira, com a atenção voltada para a próxima que será feita, e assim
sucessivamente
Na introdução à pausa, usa-se uma figura como
“nota”, e o espaço vazio é a pausa (exposição). Podem ser usadas em frases
como:
I I I I I I I II II
Colher ()* de pau () existe () para ()
mexer.
• pausa.
Com as crianças de 9 anos, já inicia-se a
dramatização cantada, e a fase de sensibilização é para o desenvolvimento da
percepção auditiva – nível de audição e discriminação (ouvir, reproduzir e
classificar ) os parâmetros do som (altura, duração, intensidade e timbre); o
controle rítmico-motor – senso de pulso (tempo), senso de metro (compasso) e
coordenação motora; emissão vocal: afinação, respiração e colocação da voz.
A proposta feita para as crianças de 10 anos
concentra-se em manosolfa das canções folclóricas, , cânone com a escala
pentatônica, e adivinhar a canção por uma escala da lousa (com as letras
iniciais): L
S
M
R
D
L
O objetivo é cantar o mesmo que a professora,
porém uma quinta acima, e acompanhando com batidas da palmas e mão na
perna.
Controle Rítmico- Motor
A batida rítmica existe sempre, ela está
presente mesmo quando não podemos vê-la. Treinar ritmo de todas as formas para
interiorizar a pulsação e adquirir controle motor pode ser trabalhado em
brincadeiras – jogo de bola –ordem, seu lugar, batata-quente – nas danças, nas
cirandas, nas rodas – que é a melhor possibilidade. No compasso binário, a 2
pulsações, (A Canoa Virou), compasso ternário, a três pulsações, (O
Cravo).
Emissão Vocal
Cuidado com o processo de respiração, articular
adequadamente as palavras, cantar em volume médio, além de exercícios de
relaxamento para evitar a tensão. Melhora-se a emissão vocal cantando.
Com as crianças de 11 anos a emissão vocal já
pode ser trabalhada com as seguintes sugestões:
- brincar de carregar seu som com as mãos para
o colega (uma só nota);
- Levar o som “soluçando”;
-Subir a escada inspirando em um degrau e
expirando em outros, quantos puder inicialmente, para mais tarde poder expirar
em número de degraus determinados.
- Inspiração sem levantar os ombros e enchendo
a barriga;
-Imitar animais;
- Falar várias silabas com um só som
(silábico), e vários sons para uma mesma silaba (melismático).
- Solfejar “s”, “m”, “d” várias vezes, omitindo
então a nota “m”, para aumentar o intervao e afinar a 5º justa.
As crianças de 12 anos já entram com um
repertório barroco, cantam escalas cromáticas e mantem a experimentação de
muitos sons de instrumentos, tais como apitos, sinos, chocalhos, tampa de
panela, triângulo. Para cada canção analisa-se com o aluno o desenho rítmico,
que facilitará a memorização.
Outra sugestão é um exercício rítmico, falado
em roda, andando para o (s) lado (s), com variações:
TOK PADOK
PADOK TAK TIQUETÊ
TIQUETÊ TUMBA, TUMBA,TUMBA, TUMBA
Nos alunos de 13 anos inicia-se a prática
escrita que, na metodologia em questão, usa as letras das notas – escrita
inventada por John Curwem na Inglaterra.
Manossolfa e Mão
Guidoniana
Manossolfa é um sistema para orientar o
solfejo, isto é, determinar a altura dos sons, não por meio notas na pauta, e
sim, por gestos, a saber por disposições diversas dos dedos e das mãos.
O termo “mão guidoniana” veio de Guido D´Arezzo
que, verificando a insuficiência nos métodos de ensino musical inventou um
próprio, atribuindo a cada articulação e as pontas dos dedos um dos 20 sons do
sistema musical de então. Os alunos, estudando a solmização, liam os intervalos
e as escalas, uma vezque dominavam a mão guidoniana. Muito embora a mão
guidoniana não tivesse passado de um meio mnemônico, (se bem que muito
engenhoso), ela transformou-se em em uma espécie de fetiche, considerada pelos
teóricos medievais como expressão de toda a sabedoria musical.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Música na escola
Este blog foi criado pela professora JBDuquia, para pesquisa, estudo e apreciação, de projetos, artigos e material didático sobre Educação Musical.
Post em 04/06/2012
JBDuquia
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Artigo sobre a obrigatoriedade do ensino de musica nas escolas.
Cantos, ritmos e sons de instrumentos
regionais e folclóricos. A música vai invadir salas, pátios e jardins
das escolas do país. A disciplina defendida por um dos mais talentosos
maestros brasileiros, Heitor Villa-Lobos (1887-1959), volta a ser
obrigatória na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. Para
especialistas, a aprovação da Lei nº 11.769
em agosto de 2008, significa uma formação mais humanística dos
estudantes, na qual serão desenvolvidas habilidades motoras, de
concentração e a capacidade de trabalhar em grupo, de ouvir e de
respeitar o outro.
A nova legislação altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), fazendo da música o único conteúdo obrigatório, porém não exclusivo. As demais áreas artísticas deverão ser contempladas dentro do planejamento pedagógico das escolas. Até 2011, uma nova política definirá em quais séries da educação básica a música será incluída e em que freqüência.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educação Musical, Sérgio Figueiredo, alguns municípios se anteciparam à nova lei e já possuem profissionais de música nas escolas públicas e privadas, como: Florianópolis (SC), Franca (SP), São Carlos (SP), Santos (SP), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS) e Santa Bárbara (MG). “Nessas cidades, a lei apenas reforça o que já vinha sendo feito e pode servir de exemplo para a implantação da música nas demais escolas do país”, afirma.
Antes da regra, a música era conteúdo optativo na rede de ensino, a cargo do planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação. No ensino geral de artes, a escola podia oferecer artes visuais, música, teatro e dança. “A educação musical no Brasil é bastante diversificada e descontínua. Existem projetos duradouros de ótima qualidade, ao lado de muitos trabalhos que são apenas esporádicos, não oferecendo formação musical para todos os estudantes. Com a lei, isto vai mudar”, explica Figueiredo.
Durante os próximos três anos, escolas, diretores e professores terão de se adaptar a nova regra. “A formação de professores é o principal desafio, por isso, temos que batalhar para que mais vagas sejam criadas”, defende Figueiredo. De acordo com Luciana Del-Ben, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), estudos mostram um número bastante reduzido de professores licenciados em música atuando nas escolas, assim como são raras as escolas públicas que oferecem aulas de música como componente curricular. “Conforme estudos de Isabel Bonat Hirsch, a porcentagem de professores que ministram a disciplina música como parte do currículo escolar ou que trabalham somente a modalidade música nas escolas é de 2,2%, contra 57,5% de professores que declararam trabalhar somente a modalidade artes plásticas ou visuais”, explica Del-Ben.
Doutora em música pela UFRGS, Del-Ben, destaca que resultados de várias pesquisas desenvolvidas no Brasil indicam que, apesar de não ser conteúdo curricular obrigatório, a música não saiu das escolas. “Trago como exemplo disso os resultados do mapeamento que realizei junto a professores de artes e diretores de 74 escolas estaduais de educação básica de Porto Alegre, em 2004 e 2005. Em 71,62% dessas escolas havia algum tipo de atividade musical sendo desenvolvida”, cita. Ela acrescenta ainda que a pesquisadora Hirsch entrevistou 139 professores de arte/música de 104 escolas gaúchas e 81,4% delas professores usavam a música em suas práticas pedagógicas. O estudo foi realizado entre 2006 e 2007, em escolas estaduais de ensino fundamental e médio pertencentes à 5ª Coordenadoria Regional de Educação do Estado do Rio Grande do Sul, sediada em Pelotas.
(Renata Chamarelli)
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=326
A nova legislação altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), fazendo da música o único conteúdo obrigatório, porém não exclusivo. As demais áreas artísticas deverão ser contempladas dentro do planejamento pedagógico das escolas. Até 2011, uma nova política definirá em quais séries da educação básica a música será incluída e em que freqüência.
Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educação Musical, Sérgio Figueiredo, alguns municípios se anteciparam à nova lei e já possuem profissionais de música nas escolas públicas e privadas, como: Florianópolis (SC), Franca (SP), São Carlos (SP), Santos (SP), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS) e Santa Bárbara (MG). “Nessas cidades, a lei apenas reforça o que já vinha sendo feito e pode servir de exemplo para a implantação da música nas demais escolas do país”, afirma.
Antes da regra, a música era conteúdo optativo na rede de ensino, a cargo do planejamento pedagógico das secretarias estaduais e municipais de educação. No ensino geral de artes, a escola podia oferecer artes visuais, música, teatro e dança. “A educação musical no Brasil é bastante diversificada e descontínua. Existem projetos duradouros de ótima qualidade, ao lado de muitos trabalhos que são apenas esporádicos, não oferecendo formação musical para todos os estudantes. Com a lei, isto vai mudar”, explica Figueiredo.
Durante os próximos três anos, escolas, diretores e professores terão de se adaptar a nova regra. “A formação de professores é o principal desafio, por isso, temos que batalhar para que mais vagas sejam criadas”, defende Figueiredo. De acordo com Luciana Del-Ben, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), estudos mostram um número bastante reduzido de professores licenciados em música atuando nas escolas, assim como são raras as escolas públicas que oferecem aulas de música como componente curricular. “Conforme estudos de Isabel Bonat Hirsch, a porcentagem de professores que ministram a disciplina música como parte do currículo escolar ou que trabalham somente a modalidade música nas escolas é de 2,2%, contra 57,5% de professores que declararam trabalhar somente a modalidade artes plásticas ou visuais”, explica Del-Ben.
Doutora em música pela UFRGS, Del-Ben, destaca que resultados de várias pesquisas desenvolvidas no Brasil indicam que, apesar de não ser conteúdo curricular obrigatório, a música não saiu das escolas. “Trago como exemplo disso os resultados do mapeamento que realizei junto a professores de artes e diretores de 74 escolas estaduais de educação básica de Porto Alegre, em 2004 e 2005. Em 71,62% dessas escolas havia algum tipo de atividade musical sendo desenvolvida”, cita. Ela acrescenta ainda que a pesquisadora Hirsch entrevistou 139 professores de arte/música de 104 escolas gaúchas e 81,4% delas professores usavam a música em suas práticas pedagógicas. O estudo foi realizado entre 2006 e 2007, em escolas estaduais de ensino fundamental e médio pertencentes à 5ª Coordenadoria Regional de Educação do Estado do Rio Grande do Sul, sediada em Pelotas.
(Renata Chamarelli)
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=326
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